O documento apresenta um panorama global sobre o uso da inteligência artificial no ambiente de trabalho, mostrando que a IA deixou de ser experimental e passou a integrar a rotina profissional da maioria dos trabalhadores. Apesar da ampla adoção, o material revela desequilíbrios importantes entre diferentes perfis de funcionários, setores e regiões, com destaque para a estagnação do uso entre profissionais da linha de frente.
A análise evidencia que os principais fatores para destravar o valor da IA não são apenas tecnológicos, mas organizacionais: treinamento adequado, acesso às ferramentas corretas e apoio efetivo da liderança. O estudo mostra que empresas que vão além da simples implantação de ferramentas e redesenham processos de ponta a ponta conseguem ganhos maiores de produtividade, melhor qualidade do trabalho e decisões mais estratégicas.
O documento também aborda o impacto da IA no tempo de trabalho, indicando que muitos profissionais economizam horas semanais, mas nem sempre recebem orientação clara sobre como reaproveitar esse tempo de forma estratégica. Além disso, explora a percepção crescente de risco de substituição de empregos, especialmente em ambientes onde a IA é mais avançada, reforçando a necessidade de comunicação, requalificação e gestão da mudança.
Por fim, o material analisa o estágio inicial dos agentes de IA, que ainda são pouco integrados aos fluxos de trabalho, mas já despertam grande expectativa. O estudo conclui que o próximo grande desafio não é ampliar a adoção, mas transformar a IA em valor real por meio da reestruturação do trabalho, do investimento nas pessoas e de uma governança clara e responsável.